[2019] “O OUTRO LADO DA MOEDA”: O trabalho de agentes socioeducativos no estado do Rio de Janeiro.

Autora: Juliana Vinuto A proposta de pesquisa que orientou o desenvolvimento deste trabalho foi compreender como os agentes socioeducativos do estado do Rio de Janeiro atribuem sentido ao seu trabalho dentro dos muros do DEGASE (Departamento Geral de Ações Socioeducativas). Considerando que o trabalho desses profissionais é legalmente atravessado pelo duplo objetivo sancionatórioeducativo singular às medidas socioeducativas, interessa compreender como o agente socioeducativo se orienta cotidianamente frente à esta dupla demanda. Para investigação do problema proposto, o objeto de pesquisa são os enquadramentos interpretativos mobilizadospelos agentes socioeducativos durante sua rotina laboral. Ao adotar a matriz construtivista em suas diversas manifestações, mas dando atenção sobretudo às discussões propostas por Erving Goffman (2010; 2012), o objetivo colocado nesta pesquisa é analisar a obviedade com que é encarada a prioridade destinada aos procedimentos de segurança…

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[2014] “Quando um homem da lei se torna um sem-lei: Os caminhos da corrupção policial”

Autora: Andréa Ana do Nascimento Resumo: A corrupção policial é um fenômeno de crescente visibilidade em todo o Brasil. No entanto, o contexto do Rio de Janeiro se destaca em relação a determinadas práticas policiais que ocorrem no dia a dia, entre elas a corrupção. Partimos da perspectiva de que os policiais possuem uma moralidade muito própria, que orienta suas ações e que julga suas práticas. Essa moralidade pode ou não guardar uma conexão direta com uma moralidade legal e social, que julga e condena determinadas práticas. Nesse sentido, a corrupção é interpretada pelo policial de acordo com o contexto e com a perspectiva moral que ele possui...

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[2018] Uma estrutura do crime (des)organizado: Ação coletiva no resiliente pequeno mundo do narcotráfico fluminense de 1970

Autor: David Maciel de Mello Neto Resumo: Esta tese trata da ação coletiva em estrutura relacional do narcotráfico fluminense em 1970. No primeiro capítulo, recenseamos as diferentes teorias acerca do que é considerado “crime organizado”, de modo a definir nosso objeto e método. Apresentamos também nesta parte as fontes e justificativas do trabalho. No segundo capítulo, por meio das técnicas da Análise de Redes Sociais, montamos a rede dos traficantes de drogas que atuavam no Rio de Janeiro em 1970. Em adição, realizamos algumas explorações em acoplagem social e distâncias médias...

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