[2013] EXTERMINISMO EM E. P. THOMPSON: LUTA DE CLASSE E HUMANISMO

Autor: Ricardo Müller O artigo reavalia criticamente segmento da obra política de E. P. Thompson – em particular, as tensões entre as categorias de exterminismo e luta de classe, como expressão das contradições entre os conceitos, e o sentido de realismo de sua obra. Por essa perspectiva, avaliamos as condições de atualização e/ou ressignificação da categoria exterminismo, e como essa categoria pode ser “aberta” e operar como mediação para identificar e classificar diferentes níveis e formas contemporâneas de exterminismo; as contradições entre as formas de violência e as condições de cidadania e a perda do sentido de humanismo no contexto…

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[2013] Chandler no Cinema Noir: algumas reflexões sobre “A simples arte de matar”

Autor: Michel Misse O artigo trata da adaptação de novelas de Raymond Chandler para o cinema e de suas incursões como roteirista de filmes; na última parte, tendo por referência o ensaio de Chandler intitulado “A simples arte de matar”, o autor reconsidera o apelo do crime e do mistério nas representações sociais presentes na estética “noir”, que influencia ainda hoje o romance policial e de mistério.Palavras-chave: Raymond Chandler. Literatura e Cinema. Tipos Sociais. Romance policial. Acesse aqui

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[2013] A lógica Capital x coerção no Espírito Santo da Primeira República

Autor: Marco Aurélio Borges Costa A proposta consiste em aplicar a tese geral de Charles Tilly acerca da relação capital x coerção desenvolvida pelo autor para compreender a evolução do Estado na Europa ao contexto do Espírito Santo. A hipótese geral é que a necessidade de incentivar a acumulação e a concentração de capital no estado diante da pequena estrutura coercitiva levou os administradores estaduais a adotar estratégias diversas para compensar a baixa concentração de capital e pouca capacidade de coerção que vão desde associação com grupos criminosos às tentativas de aceleração do desenvolvimento econômico via modernização autoritária. Enfatiza no…

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[2013] Fronteras que caminan: relaciones de movilidad en un límite trinacional

Autor: Brígida Renoldi La frontera de Argentina, Paraguay y Brasil resulta de la confluencia geopolítica de tres estados que definen prioridades diferentes, generando en la población diversos modos de organización. En este contexto se crean condiciones de interacción que permiten contornar aquello que los diferentes estados consideran inadmisible y punible. A su vez, cada estado re-jerarquiza los criterios por los que hace una ley funcional en determinado momento, posibilitando que los agentes, aduaneros o policiales, interpreten los fenómenos en una trama de significados dada por el contexto que puede a veces distanciarse de lo que prevé la ley. Tal es…

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