[2020] A expansão das milícias no Rio de Janeiro: uso da força estatal, mercado imobiliário e grupos armados

Descrição: O presente projeto parte da constatação de que o poder armado das chamadas milícias vem se expandindo na cidade do Rio de Janeiro e região metropolitana, ao longo das últimas duas décadas. Tal expansão tem contribuído para alterar a configuração dos conflitos entre grupos armados territoriais no Rio de Janeiro, que se tornaram ainda mais complexos, caracterizando um quadro volátil, não completamente estabilizado. Se, antes, a questão criminal carioca e fluminense estava centrada nas disputas territoriais entre “comandos” ou “facções” do tráfico de drogas e os tiroteios entre esses grupos de traficantes e a polícia, hoje o fenômeno das milícias parece ter crescido em importância. Estes grupos armados se envolvem também em disputas territoriais e controlam territórios cada vez mais extensos, onde controlam ilegalmente ou cobram taxas extorsivas sobre os mercados…

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[2020] Crimes Patrimoniais e Operações Policiais no Rio de Janeiro

Descrição: O presente projeto pretende dar continuidade a uma série de reflexões sobre os processos de permanente construção dos ilegalismos populares. A análise dos chamados mercados ilegais, informais ou ilícitos têm como objetivo compreender os processos que garantem a produção, circulação e apropriação da riqueza circulante no tecido urbano. A pesquisa, intitulada “Crimes patrimoniais e operações no Rio de Janeiro” tem como objetivo principal contribuir para o melhor entendimento e qualificação das relações entre o aumento dos crimes contra o patrimônio, com particular atenção ao roubo de cargas, e o direcionamento do uso da força pelo Estado no contexto da crise socioeconômica que atinge a Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ). Integrantes: Daniel Veloso Hirata (Responsável);  Bruno Vasconcelos Cardoso;  Fernando Rabossi;  Roberta Olivato Canheo;  Antonio Carlos Rafael Barbosa;  Renato Coelho Dirk; …

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[2020] A expansão das milícias no Rio de Janeiro: uso da força estatal, mercado imobiliário e grupos armados

Descrição: O presente projeto parte da constatação de que o poder armado das chamadas milícias vem se expandindo na cidade do Rio de Janeiro e região metropolitana, ao longo das últimas duas décadas. Tal expansão tem contribuído para alterar a configuração dos conflitos entre grupos armados territoriais no Rio de Janeiro, que se tornaram ainda mais complexos, caracterizando um quadro volátil, não completamente estabilizado. Se, antes, a questão criminal carioca e fluminense estava centrada nas disputas territoriais entre “comandos” ou “facções” do tráfico de drogas e os tiroteios entre esses grupos de traficantes e a polícia, hoje o fenômeno das milícias parece ter crescido em importância. Estes grupos armados se envolvem também em disputas territoriais e controlam territórios cada vez mais extensos, onde controlam ilegalmente ou cobram taxas extorsivas sobre os mercados…

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[2020] Crimes Patrimoniais e Operações Policiais no Rio de Janeiro

Descrição: O presente projeto pretende dar continuidade a uma série de reflexões sobre os processos de permanente construção dos ilegalismos populares. A análise dos chamados mercados ilegais, informais ou ilícitos têm como objetivo compreender os processos que garantem a produção, circulação e apropriação da riqueza circulante no tecido urbano. A pesquisa, intitulada “Crimes patrimoniais e operações no Rio de Janeiro” tem como objetivo principal contribuir para o melhor entendimento e qualificação das relações entre o aumento dos crimes contra o patrimônio, com particular atenção ao roubo de cargas, e o direcionamento do uso da força pelo Estado no contexto da crise socioeconômica que atinge a Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ).. Integrantes: Daniel Veloso Hirata - Coordenador / Bruno Vasconcelos Cardoso - Integrante / Fernando Rabossi - Integrante / Roberta Olivato…

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[2020] A expansão das milícias no Rio de Janeiro: uso da força estatal, mercado imobiliário e grupos armados

O presente projeto parte da constatação de que o poder armado das chamadas milícias vem se expandindo na cidade do Rio de Janeiro e região metropolitana, ao longo das últimas duas décadas. Tal expansão tem contribuído para alterar a configuração dos conflitos entre grupos armados territoriais no Rio de Janeiro, que se tornaram ainda mais complexos, caracterizando um quadro volátil, não completamente estabilizado. Se, antes, a questão criminal carioca e fluminense estava centrada nas disputas territoriais entre “comandos” ou “facções” do tráfico de drogas e os tiroteios entre esses grupos de traficantes e a polícia, hoje o fenômeno das milícias parece ter crescido em importância. Estes grupos armados se envolvem também em disputas territoriais e controlam territórios cada vez mais extensos, onde controlam ilegalmente ou cobram taxas extorsivas sobre os mercados de…

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[2020] Crimes Patrimoniais e Operações Policiais no Rio de Janeiro

O presente projeto pretende dar continuidade a uma série de reflexões sobre os processos de permanente construção dos ilegalismos populares. A análise dos chamados mercados ilegais, informais ou ilícitos têm como objetivo compreender os processos que garantem a produção, circulação e apropriação da riqueza circulante no tecido urbano. A pesquisa, intitulada “Crimes patrimoniais e operações no Rio de Janeiro” tem como objetivo principal contribuir para o melhor entendimento e qualificação das relações entre o aumento dos crimes contra o patrimônio, com particular atenção ao roubo de cargas, e o direcionamento do uso da força pelo Estado no contexto da crise socioeconômica que atinge a Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ). Integrantes: Daniel Veloso Hirata (Responsável); ;  Bruno Vasconcelos Cardoso;  Fernando Rabossi;  Roberta Olivato Canheo;  Antonio Carlos Rafael Barbosa;  Renato Coelho Dirk; …

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[2020] A Acumulação Social da Violência no Rio de Janeiro: Novos Desafios

Trata-se de projeto selecionado no edital de projetos temáticos da Faperj, envolvendo dois grupos importantes de pesquisa no Rio de Janeiro, o Necvu/UFRJ e o Ineac/UFF, que trabalharão na atualização de dados sobre grupos armados criminais no Rio de Janeiro e outras dimensões da acumulação social da violência. Integrantes: Michel Misse (coordenador), Alexandre Vieira Werneck, Roberto Kant de Lima, Joana Domingues Vargas, Vittorio da Gama Talone, Rafael Godói, Cesar Pinheiro Teixeira, Katia Sento Sé Mello, David Maciel de Melo Neto.

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